Tertulia do Alviela
dezembro 2007
DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB
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dezembro 19, 2007


2007 Está a chegar ao Fim!


Pois é. E ninguém tinha dado por isso, suponho.
Por isso eu vir aqui dizer essa originalidade.
Não, vou confessar.
Conheci uma pessoa recentemente a quem falei na existência deste blog e a quem tenho andado a "sacrinar" para vir até cá. Mas "ela", a pessoa, trabalhadora incansável e mulher de armas, nem tem vagar para isso.
Bom, aqui que ninguém nos ouve, não deve ter é muita paciência. Viu um texto ou dois, não achou piada e logo encontrou outros entretens mais aliciantes.
Vá lá criticá-la.
Afinal só demonstra bom gosto.
Depois, porque me lembrei deste espaço e do quanto me esqueci dele, entendi que não devia deixar passar o ano de 2007 sem uma única nota, sem um registo que fosse.
Tema interessante? Pois, se calhar não tenho.
Ou melhor, eu arranjo, mas parece um pouco forçado em relação ao meu imaginário de como esta coisa funciona.

Digamos que nesta altura do campeonato, com a Tertúlia completamente "morta" e enterrada, fica caminho aberto para a imaginação.
Continuar a respeitar o anonimato de todos os que refiro, por forma a apenas eles próprios saberem de quem se trata, isso será fundamental.
Só assim não seria se me quisesse vingar de alguém, mas para esses, deixo outra coisa melhor.
O silêncio.
Um silêncio diferente da expressão "o silêncio é de ouro".
Mas não se entenda que de todos os que aqui não mencionar estarei zangado com eles. Eu essencialmente procuro estar bem com o mundo.
Não sou de grandes ressentimentos.
Chegam os que se põem de mal comigo.
Mas esses são mesquinhos. Não prestam. E contam-se pelos dedos de uma mão. Vá lá, duas mãos. Pronto que seja mais um pé. Mas não mais que isso.

Com isto tudo estou a esquecer de fazer o que qualquer pessoa de bem teria obrigação. Falar de como foi o ano de 2007.
Bem, digamos que nem bissexto foi. Por isso, mais curto e pobre.
Eu também fiquei mais pobre. Perdi mais um pouco de mim. Lá se foi com o calendário. Nada que não começasse a pressentir desde a primavera.
Mas há coisa que não controlamos e por mais que nos esforcemos não conseguimos.
Cada ano que passa melhor percebemos que é mais fácil perder, destruir do que ganhar e construir.
Qualquer dia venho aqui debitar sobre perdas, solidão, feitios, futuro, capacidade de "encaixe" e demais coisas que possam surgir.
Mas tá cá a parecer-me que ninguém está a perceber muito do que escrevo e eu também já não.
É isso, falta de tema (olhe que não, sr dr.).

Bom, alcançado o primeiro objectivo vou mesmo ficar por aqui.
Um Bom Natal para todos e um 2008 melhorzito que 2007.
Por mim, depois de 2004, este foi sem margem para duvidas o pior.
Vá lá saber-se porquê...

Até para o ano.



Publicado por tertuliaalviela em 12:07 PM | Comentar (0)